
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Campanha: Pela Vida, Pelo Verde

quinta-feira, 16 de julho de 2009
Test-drive elétrico
o. O carro elétrico é a resposta da indústria automotiva para os ecologistas, que apontavam os carros como os principais vilões do aquecimento global. Agora o meio ambiente não sofrerá tanto com as emissões poluentes.ANDRÉ MARINHO EDITORO NÚMERO 7 vezes mais econômico que um motor a combustão, as baterias têm a capacidade de carga rápida de 3 horas, para uma autonomia de 60 kmFICHA TÉCNICA Motor: Elétrico Potência: 47 watts (8 cv) Consumo: 6,5 km/kwatt/h (1 kwatt/h custa 0,40 centavos) Autonomia: 80 km Velocidade máxima: 80 km/h Preço: US$ 12 mil (+ imposto de importação de 35%)= US$ 16.200,00 Fonte: Coelce segunda-feira, 6 de julho de 2009
Ceará discute sobre e-waste
computadores para geração de emprego e renda, os impactos ambientais do lixo tecnológico e os programas de recondicionamento de computadores para inclusão social.O Seminário se alinhou à proposta de trabalho do Instituto Ideias, que visa criar um cenário mais favorável ao desenvolvimento do mercado de reaproveitamento de materiais. Entidade privada, sem fins lucrativos, fundada em 2001, no Espírito Santo, o Instituto tem como compromisso estabelecer parcerias com instituições públicas e privadas para implementar programas e projetos que promovam o desenvolvimento integrado — social, urbano e ambiental —, de forma sustentável. Há pouco mais de um ano, o Instituto vem ampliando sua atuação no Ceará.CE-WasteO Seminário realizado em Fortaleza teve como base o Projeto CE-Waste, desenvolvido por Jeroen Ijgosse, consultor em resíduos sólidos da Organização das Nações Unidas (ONU) e da União Européia. A pesquisa buscou mapear o ciclo dos resíduos tecnológicos no Ceará para propor estratégias sustentáveis ao Estado. Durante o evento, Ijgosse apresentou os resultados preliminares do estudo.Segundo ele, o mapeamento da pesquisa deu início a um processo que continua com a sensibilização / articulação dos diversos atores envolvidos, para a formação de um grupo de trabalho e o desenvolvimento de ações conjuntas.“Ainda não temos todas as respostas, mas já sabemos que os maiores geradores são os órgãos públicos e empresas privadas, que, ao fim da vida útil dos equipamentos, promovem leilões ou doações. Mas a parte ambiental ainda não faz parte dessa equação. Quem fica responsável depois? Os equipamentos serão reutilizados ou reciclados?”, questiona.Com um crescimento estimado de 5% na aquisição de computadores e telefones celulares, a produção de lixo eletrônico só tende a aumentar.“A utilização desses equipamentos para fins sociais ainda é uma gota no oceano se considerarmos o volume de geração”, constata.Segundo suas informações, apenas placas eletrônicas, discos rígidos e fontes entram no mercado da reciclagem em Fortaleza, num volume ainda muito pequeno.O projeto — intitulado Projeto Ce-Waste: “Estabelecer uma estratégia para a gestão de resíduos tecnológicos no Estado do Ceará” — vem sendo desenvolvido desde agosto de 2008 com o apoio do BNB e da Fadurpe-CE.Ele visa diagnosticar a situação dos resíduos tecnológicos no Estado do Ceará usando uma metodologia que pode servir de aprendizado para a construção de soluções tanto pelos municípios quanto pelas demais instituições envolvidas. RESÍDUOS SÓLIDOSSindiverde realiza Mostra de ReciclagemEstima-se que, no Brasil, é reciclado apenas 12% do lixo que poderia ter tal aproveitamento. Em aterros sanitários, lixões, ruas, rios, riachos, lagoas o acúmulo de resíduos sólidos polui o ambiente. No Ceará não é diferente. Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Reciclagem de Resíduos Domésticos e Industriais do Estado do Ceará (Sindiverde), Marcos Augusto Albuquerque, apenas 84 indústrias trabalham com reciclagem em Fortaleza.Ainda segundo ele, apenas alguns materiais, como plásticos, papéis e metais (principalmente os ferrosos) são reciclados no Esta
do. Vidros, alguns metais e pneus vão para outros estados e há materiais, como as embalagens tetrapack, que mesmo havendo uma indústria recicladora no País, não têm tal destino pela relação volume/preço não compensar financeiramente a operação.Albuquerque explica, numa estimativa geral, uma pessoa gera, em média, 800 gramas de lixo diariamente. Considerando que aproximadamente 40% é reciclável, e apenas 12% desse percentual é efetivamente destinado à reciclagem, dá para fazer uma projeção para a população de Fortaleza, com 2,5 milhões de habitantes, o que significaria duas mil toneladas diárias / 60 mil toneladas mensais, 24 mil toneladas seriam recicláveis e 2.880 toneladas efetivamente recicladas.Considerando dados como esses, o Sindiverde e o Instituto de Desenvolvimento Industrial (Indi), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizaram, na semana passada, no Centro de Negócios do Sebrae, a Mostra de Reciclagem e Meio Ambiente.Painéis sobre coleta seletiva, legislação ambiental, gestão de resíduos, e apresentação de casos situaram os participantes a respeito das atividades do setor no Estado. Também foi lançada a Feira de Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente (Recicla Nordeste 2010).“Queremos que mais empresas cearenses consigam crescer no âmbito da reciclagem. Pretendemos mostrar, mediante experiências de grandes empresas, que as indústrias ganham com a preservação do meio ambiente. Temos um potencial muito grande a crescer”, disse Albuquerque.O presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), Francisco de Assis Esmeraldo, falou sobre soluções socioambientais para os plásticos pós-consumo. Também participaram Francisco Humberto Carvalho Junior, diretor Agencia Reguladora de Fortaleza (Arfor); Aloísio Pereira Neto, presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB/CE e do Instituto Brasileiro de Advocacia Ambiental e Empresarial (Ibrae); e Edson Freitas, presidente da Associação dos Recicladores do Estado do Rio de Janeiro (Arerj). Mais informações:http://www.institutoideiasce.com.br/http://www.ce-waste.net/Maristela CrispimRepórterO QUE ELES PENSAMDiferentes atores reunidos por uma solução“O nosso trabalho, a reutilização de resíduos tecnológicos com fins pedagógicos - montar, desmontar e formar -, é um dos elos da cadeia. Temos um projeto, com a Secult, para o aproveitamento de computadores usados em caça-níqueis apreendidos para utilização em bibliotecas. Se não se consegue resolver o problema do lixo doméstico, imagine do lixo tecnológico. Mas precisamos de políticas públicas para isso.” Andréa SaraivaCoord. do Ceará em Foco“É fabulosa essa iniciativa de chamar todos os setores para dialogar, pois, mesmo em São Paulo, vemos ações pontuais, como no recente mutirão de resíduos tecnológicos, sem estímulo do governo. O resto do computador não é diferente do resto do sofá, da cozinha. Cabe ao poder público delinear, finalmente, a Política de Resíduos Sólidos. Essa indefinição faz a iniciativa privada ‘sambar miudinho’. Stefano LanzaGer. do Tech. Conservation Group“Hoje não existe, na Política de Resíduos Sólidos, nada em relação a resíduos tecnológicos. Devemos desenvolver uma política específica. Quem produz tem que dar destino. Mas, se isso não ocorre, tem que se estudar uma saída. Primeiro estamos tentando resolver a questão dos resíduos domiciliares, o que não significa que não haja abertura para o tecnológico. Essa é uma obrigação do município. O Estado apoia”. Paulo César AbreuCélula de Res. Sól. Sec das Cidades
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A implantação da Coleta Seletiva no Brasil ainda é incipiente. São poucos os municípios que já a implantaram, como reconhecível nos dados da Pesquisa
Cenário da Coleta Seletiva no Brasil
Da redação do Ambiente Brasil
A implantação da Coleta Seletiva no Brasil ainda é incipiente. São poucos os municípios que já a implantaram, como reconhecível nos dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE, mas dados mais recentes mostram que este número vem se ampliando.
Para traçar um breve cenário da situação atual da Coleta Seletiva no Brasil, pode-se dizer que:
• 7% dos municípios têm programas de coleta seletiva (CEMPRE, 2008)
Embora o número de municípios seja, ainda, relativamente pequeno, são os maiores que adotam esta prática. De tal forma que estes representam aproximadamente 14% da população. Isto quer dizer que:
• 405 municípios, com 26 milhões de habitantes, praticam a coleta seletiva.
Destes municípios 2% se localizam no Norte do país; 4% no Centro Oeste; 11% no Nordeste; 35% no Sul e 48% no Sudeste.
A experiência desses municípios permite afirmar que a composição dos resíduos geralmente denominados secos e que podem ser reciclados é aproximadamente como indicada abaixo.
| Material | % da Composição |
| Alumínio | 1 |
| Longa Vida | 3 |
| Diversos | 3 |
| Metais | 9 |
| Vidros | 10 |
| Rejeito | 13 |
| Plásticos | 22 |
| Papel e Papelão | 39 |
Entretanto, na maioria dos casos, as soluções adotadas ainda são bastante onerosas.
• O custo médio da coleta seletiva é cinco vezes maior que o da coleta convencional,numa proporção de R$ 376 x R$ 73
Esta relação poderá ser alterada desde que se implante um modelo operacional adequado às nossas condições sociais. O quadro seguinte compara os resultados obtidos em dois modelos diferentes de gestão e operação da coleta seletiva. Como se vê, diferentes formas de operação da coleta seletiva podem trazer também resultados bastante diferenciados com relação aos custos da atividade e, como conseqüência, à extensão da parcela dos resíduos que podem ser objeto desta ação.
| Dados CEMPRE 2006 - SNIS 2005 | Média 4 Importantes Capitais | Londrina - PR |
| % da População Atendida | 70 | 100 |
| Custo da Coleta (R$/ ton) | 450 | 37 |
| Total Coletado (ton / mês) | 1635 | 2600 |
| Relação entre total da col. Sel. e Resíduos Domiciliares | 3% | 21,80% |
Pode-se dizer que as principais dificuldades encontradas pela grande maioria dos municípios são as seguintes:
• informalidade do processo - não há institucionalização
• carência de soluções de engenharia com visão social
• alto custo do processo na fase de coletaquinta-feira, 25 de junho de 2009
Jericoacoara
Fonte: Jornal Diário do Nordeste 24/06/09
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Semana estimula preservação
As famílias residentes às margens dos rios e lagoas, consideradas regiões de risco, com a ocupação irregular, acabam desmatando a vegetação nativa. A ausência da mata ciliar, que ocorre nas margens de rios e mananciais, entre muitos problemas, causa a escassez da água e faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos.
A erosão e o assoreamento também são frutos do desmatamento dessa vegetação nativa, pois a mata ciliar é uma proteção natural contra o assoreamento. Sem ela, a erosão das margens leva terra para dentro do rio, tornando-o barrento e dificultando a entrada da luz solar.
Para tal problema, o superintendente da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), Hebert de Vasconcelos Rocha, diz que a meta do Governo é proteger 25% destes territórios através de decretos de criação. Com prioridade para as 23 unidades estaduais de conservação ambiental.
“Temos um projeto de revitalização das APPs, um deles é o do Rio Maranguapinho. Além disso, a Semace tem como meta a recuperação da mata ciliar. Para tanto, somente este ano já distribuímos mais de 100 mil mudas entre as prefeituras que nos apresentaram projetos de recuperação desta vegetação”, diz Hebert.
Este ano, a Semace adotou como tema da Semana do Meio Ambiente o “Consumo Consciente”, onde através de palestras na Capital e Interior, o governo utilizará o conceito dos R’s (repensar, reduzir, reutilizar e reciclar), focando as escolhas de consumo e a necessidade de saber bem o que comprar, definindo a melhor maneira de usar e descartar o que não serve mais para reaproveitar.
“Essa atitude é um alerta para os cidadãos em relação ao consumo de determinados produtos. Uma sensibilização para a demanda”, diz Hebert.
Cartilhas educativas
As cartilhas indantes ensinam as crianças lições divertidas sobre educação ambiental